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Prazo para eleitor tirar ou transferir título termina em maio; recadastramento biométrico não é obrigatório

Publicado por José Aparecido Andrade em 09/04/2018 às 20:50 pm - Nenhum comentário

O prazo para o eleitor pedir à Justiça Eleitoral a emissão do título ou a transferência de domicílio termina no dia 9 de maio, 150 dias antes das eleições/2018. O primeiro turno das eleições ocorrerá no dia 7 de outubro. Eleitores de Santa Helena, Diamante d’Oeste e Entre Rios do Oeste votarão mesmo sem ter realizado o recadastramento biométrico.
Para transferir o título de eleitor, nos casos de mudança de cidade ou de país, o cidadão deve comparecer ao cartório com documento de identificação com foto, título de eleitor e comprovante de residência. Quem mora no exterior, deve procurar as embaixadas do Brasil.
Se você tem 16 a 18 anos e ainda não é eleitor, compareça ao Cartório Eleitoral mais próximo de sua residência, portando um documento oficial que o identifique, cópia de comprovante de residência, e solicite sua inscrição eleitoral.
Primeiro título de eleitor
Documentos:
Documento de identificação original: são aceitos carteira de identidade, carteira de trabalho, certidão de nascimento (se solteiro) ou de casamento, carteira profissional ou outro documento de identificação oficial com fotografia. Não são aceitos a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), em razão da ausência de informação quanto à naturalidade, e o passaporte cujo modelo não contém dados relativos a filiação;
Comprovante de residência atual: contas de água, luz ou telefone, envelopes de correspondências oficiais, entre outros, no nome do eleitor ou de parente com o mesmo sobrenome (pai, mãe, irmão etc.) ou do cônjuge (desde que apresente documento que comprove a união);
Quitação militar (exigido dos homens a partir do dia 30 de junho do ano em que completar 18 anos até os 45 anos de idade);
Transferência do título de eleitor
Documento de identificação original: são aceitos carteira de identidade, carteira de trabalho, certidão de nascimento (se solteiro) ou de casamento, carteira profissional, carteira nacional de habilitação (CNH) ou outro documento de identificação oficial com foto (não se aceita o passaporte cujo modelo não contém dados relativos a filiação);
Comprovante de residência emitido há mais de 3 meses, a exemplo de contas de água, luz, telefone ou envelopes de correspondências oficiais, entre outros, no nome do eleitor ou de parente com o mesmo sobrenome (pai, mãe, irmão etc.) ou do cônjuge (desde que apresente documento que comprove a união). A data do documento não poderá ser superior a um ano;
Não se fará transferência caso o primeiro título tenha sido emitido ou a última transferência tenha sido realizada em prazo inferior a um ano.
Com Informações do TRE e TSE
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