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Com alto índice de infestação do mosquito, cuidados com a dengue não podem parar

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A chuva que caiu no início dessa semana trouxe um pouco de alento ao clima seco registrado nas últimas semanas em São Miguel do Iguaçu. Mesmo com todos os impactos positivos trazidos pela chuva, um fator deve ser levado em consideração por toda a comunidade são-miguelense: evitar água parada. Para isso, é necessário que todos realizem limpezas em seus lotes pelo menos uma vez por semana eliminando qualquer objeto ou espaço que possa acumular água e consequentemente servir de criadouro para o mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue e também de outras doenças como a zika, chikungunya e febre amarela. De acordo com o último boletim da dengue divulgado no dia 04 de janeiro, São Miguel do Iguaçu já teve 71 notificações da doença e, destas, 70 foram descartadas e uma está sob investigação. Mesmo assim, todo o cuidado é pouco, pois o município continua em alerta máximo contra a dengue. O Levantamento Rápido de Índices para Aedes Aegypti (LIRAa) realizado em São Miguel no mês de novembro de 2021, aponta que o Índice de Infestação Predial (IIP) , que em agosto daquele ano estava em 2,1%, subiu para 8%, sendo que o preconizado pelo Ministério da Saúde é de até 1%. Isso significa que a cada 100 casas vistoriadas em 8 foram encontradas larvas do mosquito.

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