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Profissionais do Crea-PR da região oeste debatem mudanças no Sistema Profissional


Após uma maratona de Reuniões Preparatórias de Inspetoria (RPIs), mais de 50 profissionais das áreas das Engenharias, Agronomia e Geociências se reuniram ontem (12) na sede da AREAC (Associação Regional dos Engenheiros e Agrônomos de Cascavel), em Cascavel, para discutir e priorizar as propostas que serão apresentadas no 11º Congresso Estadual de Profissionais e, posteriormente, no 11º Congresso Nacional de Profissionais. A agenda foi conduzida pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR) e tem como objetivo dar voz aos profissionais das modalidades ligadas ao Crea-PR, com a possibilidade de apresentação de propostas para melhorias ou mudanças na legislação e nos processos que regem as atividades vinculadas ao Sistema Confea/Crea. O Engenheiro Civil Geraldo Canci, gerente da Regional Cascavel do Crea-PR, conta que as RPIs ocorrem a cada três anos e são a etapa inicial de um processo na qual o Sistema Confea/Crea abre debates em formato de audiências públicas.“Iniciamos a programação das RPIs ainda em março e percorremos as principais cidades do oeste paranaense para ouvir as propostas e requisições dos profissionais. Agora, nos reunimos para votar as proposições que serão levadas a nível estadual. São pontuações importantes que nos ajudam a melhorar o ambiente profissional e, também, a valorizar essas profissões que interferem diretamente no bem-estar social”, indica Canci. Para a Engenheira Civil Lígia Eleodora Francovig Rachid, eleita coordenadora da Comissão Organizadora do 11º Congresso Estadual de Profissionais, as proposições trouxeram novidades e, também, ideias que já estavam sendo discutidas há algum tempo, mas que ainda não estavam solidificadas.“É uma iniciativa que nos ajuda a entender as principais dificuldades dos profissionais das Engenharias, Agronomia e Geociências e nos aproxima ainda mais das demandas locais. Algumas propostas trouxeram informações e pedidos novos e outras vieram com a materialização de questões anteriores. Esperamos, a partir daqui, levar essas ideias para o Congresso Estadual e, caso haja aprovação, até o Congresso Nacional para que possamos continuar melhorando a nossa atuação”, destaca.De Costa Oeste